Criação de sites é com a WTA3

Antigamente, a criação de site não tinha tanta importância para as empresas, existiam poucos usuários e pessoas interessadas na Web. As empresas de criação de site estavam começando a se profissionalizar, e poucas tinham realmente conhecimento de como criar um site.

Procurando a melhor empresa de criação de sites em Presidente Prudente / São Paulo ? conheça a WTA3 – Empresa de criação de sites

Hoje em dia, o processo de criação de sites evoluiu muito. A empresa interessada em criar um site precisa colaborar com a empresa de desenvolvimento de site visando encontrar a melhor forma de estabelecer a sua identidade visual, na web e em seu site.  A criação de site nos dias de hoje, é de muita importância. Imagine uma empresa sem um site, e sem poder apresentar seu negócio na web.

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A WTA3, empresa com mais de 5 anos no mercado, e experiência em criação de sites, sabe como criar seu site para que ele represente a identidade de sua empresa na web.
Nós da WTA3 sabemos que criar um site é muito mais que criar uma simples página na web, criar um site é fazer com que sua marca fique registrada na internet. E nós da WTA3, estruturamos e criamos seu site para valorizar seus produtos e serviços e apresentar o seu negócio de maneira profissional para o mercado.

Dicas para criar um site:

Criação de site com editor de conteúdo:
Sistema desenvolvido para que a própria empresa gerencia seu site. A WTA3 especialista em criação de sites possui uma plataforma própria de gerenciamento de conteúdo, o ESIMPOW.

Criação de site com layout profissional:
O lay-out das páginas do site, deve ter harmonia entre cores e imagens, e obedecer à identidade visual da empresa.

Criação de site com monitoramento de resultados:
Não adianta criar um site e deixar a empresa que nos contratou para criar seu site no escuro.
Com o ESIMPOW ( sistema de gerenciamento de conteúdo da WTA3 ) você pode acompanhar o número de visitas e cliques em seu site, al.

Criação de site com Gestão Digital:
Deve-se planejar muito bem qual será a estrutura a ser implementada na criação de um site, pois é através dela que o usuário obtém facilmente a informação ou serviço desejado.
Um site bonito pode chamar atenção, mas o grande foco na criação de um site é agregar design, programação, usabilidade e acessibilidade.

Criação de sites com Menus de Navegação:
É muito importante na criação de um site a “arquitetura da informação”, ou seja,  os menus de navegação.

Criação de site com Imagens com boa qualidade:
É muito importante criar sites com imagens de alta qualidade.

Criação de site com Textos bem elaborados:
Na criação de um site profissional os textos devem ser bem elaborados  e escritos por um profissional.

Criação de site com uso de Flash como abertura no site:
Não é recomendado, criar um site em Flash ou criar um site com abertura em Flash, a menos que tenha algum sentido além de “perfumaria”.

Criação de site com SEO ( otimização ):
É fundamental na criação de um site. Não adianta ter um ótimo site se o mesmo não tiver usuários.

Criação de site Page Rank:
Page Rank é uma pontuação de “visitação / reputação” que o Google dá a um site. Essa avaliação vai de 0 a 10 e é muito importante para o posicionamento de seu site junto às buscas do Google.

Criação de site Resumo:
Não erre na hora de criar seu site, criação de sites profissionais é com a WTA3 – Empresa de criação de sites

Idéias para inovar o seu comércio eletrônico!

Que o Comércio Eletrônico no Brasil está bombando ninguém duvida. Em 2010 o e-commerce faturou no brasil mais de 14,8 bilhões de reais, um crescimento de 40%. Foram mais de 40 milhões de pedidos feitos por mais de 23 milhões de e-consumidores que compraram via internet um número cada vez maior de produtos sofisticados, como notebooks e televisores de LCD. A fundação do e-commerce parece consolidada.

Os lojistas tem recursos o suficiente para oferecer recursos tradicionais como carrinho de compras confiável, logística afinada, mix de produtos e diferentes opções de pagamento. Chegou a hora de elevar a sua loja virtual para um novo patamar de inovação. Confira agora algumas idéias “malucas” que você poderia implementar no seu e-commerce para transformá-lo em líder em inovação.

1. Atendimento Personalizado. Os e-consumidores serão mais fiéis às lojas que tiveram a organização e boa vontade para disponibilizar um vendedor específico para cada cliente. Os clientes vão aumentar as suas compras e concentrar os seus negócios quando perceberem que um ser humano de verdade conhece as suas necessidades e o seu perfil, e esporadicamente envia ofertas personalizadas via email.

2. Descrições de Produtos 2.0. Copiar e Colar a descrição de um produto feita pelo fabricante-fornecedor pode resolver um problema de curto prazo (cadastro de produtos), mas criar um grande problema de longo prazo (diferenciação da loja virtual). Escreva a sua própria descrição do produto! Use bom humor, Simplifique conceitos técnicos complicados, Conte Histórias de Clientes, Use Vídeos, enfim, descreva os produtos de maneira original.

3. Perguntas & Respostas 2.0. 50% das devoluções de produtos acontecem porque o cliente comprou o produto errado para atender as suas necessidades. 80% das razões porque isso acontece é devido a falta de informações claras para ajudar o cliente a decidir a compra. Crie, quando possível, uma sessão de Perguntas & Respostas para cada produto vendido na sua loja virtual e adicione esse conteúdo a página de detalhe de cada produto. Adicione a essa relação todas as perguntas feitas pelos clientes via fone, chat, emails etc. A dúvida de 1 cliente é a dúvida de 1.000 clientes.

4. Live Chat no Comércio Eletrônico. Certa vez eu comprei 01 projetor de R$ 3.000,00 em uma loja virtual que nunca havia comprado nada anteriormente porque fui super bem atendido pelo atendente que trabalhava no live chat da loja. O vendedor foi o fator determinante para minha tomada de decisão!

5. Percepções 2.0. O que você vende não é o que o cliente compra. Crie um mecanismo no pós-venda que permita a você descobrir como os clientes estão usando o produto que compraram na sua loja. Use essa informação para reescrever os argumentos que utiliza nas descrições dos produtos. Essa iniciativa vai te ajudar a escrever sobre benefícios do produto e não características.

6. Novos Links Todos os Dias. Acesse os seus relatórios de Google Analytics e/ou outras ferramentas, escolha as três palavras chaves que convertem o maior quantidade de vendas para a sua loja virtual, e construa novos links usando essas palavras chaves. Dessa maneira o Google e os outros mecanismos de busca vão te ajudar ainda mais a ser encontrado na web.

7. Álbum de Fotos 2.0. Nos dias de hoje “todo mundo” tem uma câmera digital. Permita aos seus clientes fazerem upload de imagens mostrando os produtos que compraram na sua loja virtual. Crie concursos para premiar as melhores fotos. Organize as fotos em slideshows. Incentive os clientes a promover as fotos via redes sociais.

8. Tablets & Mobile. Oficialmente já foram vendidos mais de 100 mil iPads no Brasil. A plataforma tablet vai se expandir rapidamente no país com a chegada do iPad 2 e dos seus concorrentes. As oportunidades nessas novas plataformas são incríveis. Você pode oferecer Apps Mobile para facilitar a navegação pelo ambiente da sua loja virtual, customizar a loja para esses ambientes, integrar de vez o ecommerce com lojas físicas oferecendo um app que pode ser usado dentro das lojas físicas e muito mais. Qual é a sua estratégia mobile para 2011? Já pensou nisso?

9. Seja um verdadeiro Guia de Compras para o seu cliente. Imagine o que passa pela cabeça de um cliente que está pensando em comprar o primeiro notebook da vida dele via internet. Ele provavelmente tem dezenas de perguntas na cabeça – desde como usar um notebook versus desktop, comparação entre diferentes modelos disponíveis, facilidade de uso, compatibilidade com os arquivos que já possui, backup etc. Todas essas dúvidas são legítimas e fazem parte do processo de compras normal. Ajude o cliente a decidir ao produzir conteúdo que responde a todas essas perguntas. Organize o conteúdo de maneira a guiá-lo sobre o que aprender primeiro.

10. Transforme os seus melhores clientes em advogados da sua marca. Você provavelmente tem dezenas de clientes que gostariam de dar a sua opinião sobre decisões estratégicas da sua loja virtual. Convide-os a participar de uma espécie de “Clube do Presidente”, onde esses clientes poderiam opiniar sobre lançamento de produtos, serviços, usar recursos da empresa com prioridade, ter acesso direto aos principais executivos e vice-versa. Além disso, estimule esses clientes a resenhar na loja virtual, siga-os nas redes sociais, retwite o que eles falam, dê as ferramentas necessárias para ajudá-los a aparecer. Essas são algumas idéias que acredito poderiam transformar a sua loja virtual em um centro de inovações, e fidelizar ainda mais os seus negócios com os melhores clientes.

Faça da Inovação peça central do seu Comércio Eletrônico.http://www.tosabendo.com/conteudo/noticia-ver.asp?id=63316

Definições de Site, Minissite, Portal, Hotsite, Redes Sociais, Landing Page…

Por Martha Gabriel em seu livro – “Marketing na Era Digital”

**Compartilho com vocês as definições

Site - A característica principal de um site é a organização dos seus conteúdos de forma a serem encontrados facilmente. A alma da estrutura de um site é a sua arquitetura da informação, ciência enfocada na organização de conteúdos. Os sites normalmente são usados para apresentar conteúdos  estruturados com seções bem definidas e detalhamento estrutural para produtos, serviços, etc. Exemplos de sites. www.aple.com, www.martha.com.br. Dependendo da predominância do objetivo de marketing de um site, ele pode ser institucional, comercial (e-commerce), promocional, informacional, etc.

Minissite – São sites criados para conteúdos verticais, abordando de forma detalhada um tema restrito, encofados em atrair um público específico. O “tom” dos conteúdos de um minissite é essencialmente informativo. Minissites são normalmente usados como partes de sites ou portais, podendo muitas vezes ter design diferenciado e abrir em janela menor. Exemplos de minissites: www.uol.com.br/esportes,  www.terra.com.br/kids

Hotsite – São sites criados com prazo de validade determinado e normalmente curto, não durando mais que alguns meses. Os hotsites, como os minissites, também possuem foco em um tema restrito, no entanto, no caso do hotsite, o seu “tom” é sempre persuasivo. Normalmente os hotsites são criados para apoio promocional, como lançamento de produtos ou para eventos. O visual de um hotsite é diferenciado do restante do site ou portal. Um exemplo de hotsite é o lançamento do Chevrolet Agile, que inclui, além de outros recursos, realidade aumentada. www.chevroletagile.com.br

Portal - São sites que têm foco completamente voltado aos seus públicos e apresentam conteúdos verticais, específicos a eles. Assim, portal não é um “site grande”, mas um site com conteúdos verticais enfocados nos públicos. Enquanto em um site os conteúdos são organizados para  possibilitarem a navegação em informações existentes sobre um determinado tema, nos portais os conteúdos são criados para atender às necessidades do seu público. Assim, os focos são bastante claros e distintos: site enfoca a organização de um conteúdo para que possa ser facilmente encontrado por um público-alvo; portal enfoca a criação de conteúdos para determinados público-alvos. Normalmente, portais possuem ferramentas de relacionamento com os seus públicos, que, quando logados, se beneficiam de navegação privilegiada pelos conteúdos. Exemplos de portal: www.uol.com.br, www.terra.com.br

Blog – São sites em formato de diário que normalmente apresentam entradas de texto regulares chamadas de “posts”. A palavra “blog” é uma contração dos termos weblog (web + blog), em que “log” significa registrar de forma cronológica os processos em um sistema. Assim, os blogs têm conteúdos cronológicos, que funcionam como registros pessoais ou um diário. Blogs normalmente são mantidos por um indivíduo (ou um grupo pequeno de pessoas), podendo ser pessoal ou pertencer a uma empresa. Exemplo de blogs http://meiobit.com (blog de tecnologia)

Perfil em redes sociais - São páginas digitais específicas que estão inseridas dentro de um contexto de redes sociais. Essas páginas normalmente são construídas segundo as possibilidades que a plataforma de rede social específica oferece e apresentam informações alinhadas com o tipo de rede social. Por exemplo, páginas de perfis no LindekIn, Google Profile e Twitter apresentam características e informações completamente diferentes umas das outras, em função da rede social em que estão inseridas. Páginas de perfis em redes sociais são opções bastante interessantes para criar presença digital nessas redes. Um exemplo de redes sociais é o meu perfil no Twitter. www.twitter.com/marthagabriel

Landing page – São páginas digitais específicas que aparecem pra um indivíduo quando ele clica um anúncio (banners, box, etc), link de resultados de busca (paga ou orgânica), link em peça de e-mail marketing ou qualquer outro link promocional. A landing page deve mostrar um conteúdo que é uma extensão do anúncio ou link clicado, pois, caso contrário, o indivíduo não reconhece a conexão com que clicou a página e não permanece nela. Por isso, a função da landing page é realizar o objetivo de marketing que resultou no clique para a página, convertendo visitantes em usuários, de acordo com o plano estabelecido. Para ver exemplos de landing pages, faça uma busca no Google e depois clique o link de qualquer resultado – a página aonde você chegar é a landing page desse link

Fonte – http://patitagil.wordpress.com/2011/01/02/site-minissite-portal-hotsite-redes-sociais-landing-page/

Workshop Digital!

Marcado para os dias 1 a 2 de junho, o Expo Digitalks é um grande evento de marketing digital da America Latina e acontece no Fecomercio, em São Paulo.

“Com características de pavilhão, o Fecomercio é o local com infraestrutura e conforto que nossos expositores, congressistas e profissionais merecem. Este evento será um marco no setor, justamente por ser pioneiro”, revela Flavio Horta, diretor do Digitalks. Entre as atrações, oito nomes internacionais já confirmaram presença.

Entre as empresas confirmadas até o momento, destacam-se Media Factory, Busca Descontos, MoIP Pagamentos, Scup, Hands, entre várias outras. “A convergência tecnológica na era digital tornou a feira muito mais abrangente e trouxe os fornecedores que completam e interagem no setor de marketing digital, com temáticas, que vão desde marketing digital, search marketing, e-commerce, mobile marketing, tecnologia da informação etc.

O Expo Digitalks consolida-se como feira de negócios, soluções e lançamento de tendências para o mercado profissional e desenvolvedor do setor. ”É o ponto de encontro dos altos executivos e presidentes das empresas do meio”, explica Flavio Horta, diretor do Digitalks.

Organizada e promovida pelo Digitalks, o Expo Digitalks 2011 abrange os segmentos de marketing digital, publicidade online, social media. Haverá também o Congresso Internacional, que trará o melhor do talento nacional e internacional aos profissionais que desejam atualizar-se e aprender.

Nomes importantes do setor confirmaram presença, como Martha Gabriel, especialista em marketing digital com pós-graduação em Design Gráfico, mestre e doutoranda em Artes (ECA/USP), CIO da NMD New Media Developers e vencedora de 11 Prêmios iBest entre 1998 e 2005. Outro nome é o de Alex Bank, diretor executivo e vice-presidente da América Latina dacomScore, que falará sobre inteligencia em marketing digital e audiência online.

Aaaron Kahlow, CEO da Marketing Online Connect em São Francisco – CA e presidente / fundador da Cúpula de Marketing Online também estará presente. O executivo é um dos profissionais mais conhecidos no mercado mundial e, junto de mais 2 profissionais norte-americanos, fará um workshop sobre Social Media, dentro do Congresso Internacional.

Mais um nome de grande importância que está confirmado é o de Jonh Ploumitsakos, Sales Director do GOOGLE na América Latina. A equipe do John é responsável pela aquisição e pelo gerenciamento de contas de publicidade on-line de alguns dos maiores clientes do Google, e também por ajudá-los a usar o AdWords e outras soluções do Google para atingir seus objetivos de marketing e de negócios.

Outra palestra internacional será de Arthur L. Jue. Ele é vice-presidente do Conselho de Administração daMeriwest Credit Union e membro de conselhos de Administração de organizações educacionais, professor daUniverisdade de Phoenix, NorthCentral University e Indian School of Business, com passagem nas empresas de tecnología como Oracle e IBM.

Ainda no mercado europeu, o congresso terá Stefan Lindegaard, especialista em inovação aberta eempreendedorismo corporativo, que proferirá palestra sobre como identificar e desenvolver pessoas que promovaminovação. O especialista é conselheiro estratégico e facilitador para líderes de companhias internacionais na Europa, EUA e Ásia, como Lego, General Mills, Procter&Gamble, Novo Nordisk, Novozymes, Danfoss, dentre outras.

Serviço

Expo Digitalks 2011

Local: Fecomercio – Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP

Data: 1 e 2 de junho de 2011

Site: http://digitalks.com.br/expo/congresso/programacao

Email: expo@digitalks.com.br

Telefone: 11 2533-1962

Inscrições para congresso: até dia 30/04 o valor da inscrição está fixada em R$ 990,00.

Versão web do Office já disponível para usuários Brasileiros

A Microsoft anunciou, nesta última quarta-feira (13), a versão gratuita do Office Web Apps no Hotmail. Os Brasileiros poderão editar, compartilhar, visualizar e criar documentos a partir de uma conexão à internet – é a chamada computação em nuvens. A novidade também chega a 17 países na América Central e do Sul.

Há apenas seis meses disponível no mercado, o Office Web Apps já conta com mais de 30 milhões de usuários. O serviço está disponível em 190 mercados.

100% conectados!

Pense. Você está viajando e precisa com urgência enviar um orçamento para sua empresa. Agora com o Office Web Apps, você pode fazer isso de qualquer computador ou até mesmo de um dispositivo móvel. Basta possuir uma conta do Windows Live ou Hotmail para editar, produzir ou compartilhar uma planilha de Excel com sua equipe que esta no escritório.

Você não terá nenhum problema com configurações, o Office Web Apps permite a visualização, criação e compartilhamento de documentos com grande fidelidade, desta forma, o conteúdo é visto e trabalhado da melhor maneira possível. A partir de imagens de notas de rodapé, até bordas da tabela e efeitos do texto

Pendrive Virtual

O Office Web Apps disponibiliza aos seus usuários o Skydrive – um pendrive virtual com capacidade de 25 GB. Você pode armazenar seus arquivos em pastas e definir quem pode acessá-las (gerando uma senha particular). O Skydriver também acaba com problema de arquivos pesados, pois ele gera um link para que você envie por e-mail ou como mensagens instantâneas.

Meus documentos nas nuvens!

Você terá todos os seus documentos disponíveis em qualquer computador. É só estar conectado a internet. Isso pode ser em um hotel, lan house, aeroporto ou em qualquer dispositivo móvel. O Office Web Apps disponibiliza essa nova tecnologia conhecida como nuvem!

Para acessar o Office Web Apps, basta criar ou acessar a conta de Hotmail pelo site.

O crescimento diário da web visualizado em um infográfico

A imagem que você vê acima é apenas um pequeno pedaço de um enorme infográfico criado pelo site Contently, e mostra uma proporção de quanto a web cresce todos os dias. Ao todo são publicados na web mais de 140 milhões de tweets, 60 mil sites, 5 milhões de fotos no Flickr, 2 milhões de vídeos no YouTube, 10 milhões de posts no Tumblr, 1,6 milhão de posts em blogs (como esse) e, não surpreendentemente, 1,5 bilhão de posts (status, fotos, notas e outros) no Facebook diariamente. Veja o infográfico completo com muito mais detalhes nesse link. E você achou que a vida de um robô indexador do Google era fácil… | Reddit

Métricas para e-mail marketing

Existem algumas métricas importantes para se avaliar campanhas de e-mail marketing, ferramenta que tem sido ultilizada amplamente no mercado, tanto para prospecção, como também para ações de marketing de relacionamento.

Atualmente temos muitas aplicações na web que são verdadeiros softwares on-line e podem ser usados para envio das “malas diretas”. O ideal é que o responsável pela ação de e-mail marketing pergunte ao cliente se ele já possui uma base de dados montada.

Nesse caso, existem três formas de se trabalhar com e-mail marketing:

Relacionamento

Onde o cliente já possui uma boa base montada e segmentada, ou seja, a campanha será 100% de relacionamento com usuários que já estão cadastrados e segmentados.

Prospecção com aculturação

Nesse exemplo, o cliente possui uma base muito pequena, ou não possui base e, sendo assim, ele deve fazer a aquisição de uma lista de boa procedência e com políticas de privacidade bem definidas. O ideal é que o cliente use a prospecção com aculturação para transformar leads e prospectes em clientes de relacionamento. Melhor dizendo, ele pode fazer uma ação para gerar cadastro e, nos futuros e-mails, só receberão as mensagens (e-mail), aqueles usuários que se cadastrarem (convertidos).

Prospecção sem aculturação

Esse pode ser considerado o famoso SPAM. Aqui você recebe e-mail sem ter solicitado e também não tem a opção de opt-out, ou seja, você não pode solicitar a retirada de seu e-mail da lista. Sinceramente, não aconselho o uso desta última opção.

Já entendemos como surge a motivação por fazer uma ação de e-mail marketing e como vamos agir em relação aos nossos clientes (nossa base). O problema é que depois que a campanha é montada e enviada para os clientes, a empresa que contratou essa campanha vai querer saber quais foram os resultados, ou seja, quantos e-mails voltaram, quem abriu o e-mail, quem clicou no produto ou no link da promoção, e, até mesmo, quem se cadastrou na promoção ou quem finalizou a compra (taxa de conversão medida em portais de b2c como submarino ou americanas.com).

Alguns números são fundamentais em uma análise de resultados em campanhas de e-mail marketing:

E-mails na base inicial

Esse é o número de e-mails que você tem, quando comprou uma base ou, até mesmo quando você já tem uma base montada.

E-mails enviados

Esse deveria ser igual ao anterior, porém, caso sua base tenha e-mails escritos errados (gustavo,loureiro@gmail.com.br, ou contato2marketeando.com.br), as ferramentas e sistemas de envio de e-mail não possuem inteligência para reparar esse erro. Isso, infelizmente, acontece com a maioria deles.

Outro problema são os e-mails duplicados. Caso sua ferramenta ou software de envio não tenha esse tratamento, cobre isso desses fornecedores. Imagine que você tenha uma loja e que tenha conseguido o e-mail de 1000 clientes. Só que na hora em que o vendedor digitou o e-mail, ele digitou 100 e-mails errados. Se a sua loja vende caneta “BIC”, você vai perder 10% de consumidores de seu produto, que não tem um valor tão grande assim. Se você, entretanto, vende jóias para o público classe A da sociedade e o ticket médio (mês) desses 1000 clientes cadastrados for de R$1.000,00, perdendo 10% dos seus clientes, você perde R$ 100.000 em compras todo mês. Entendeu agora?

E-mails bounces

São os e-mails que não tinham erros, mas apresentaram erros depois do envio.

Quando você envia um e-mail e volta uma mensagem de erro informando que o servidor é inexistente, teremos um hard bounce. Normalmente, isso acontece quando aquele contato saiu da empresa ou trocou de e-mail. Quando recebemos um e-mail informando que a caixa postal está apenas cheia, isso é considerado um soft bounce. Nesse caso, podemos usá-los em outras campanhas. Depois que você sabe exatamente quantos e-mail foram realmente enviados, é que você vai começar a fazer seus cálculos. Não adianta fazer os cálculos, olhando o número de e-mails da base full. É necessário olhar o número de e-mails corretos na base.

E-mails abertos

Quando você envia o e-mail, quem recebe pode, ou não, abrir. Os e-mails abertos são aqueles que os usuários visualizaram. Eu mesmo recebo e-mails e os excluo da minha caixa postal antes mesmo de abrir. O número de e-mails abertos pode ser muito importante para você verificar se o texto no assunto do e-mail (subject) está motivando os usuários a abrí-los.

E-mails clicados

Normalmente, o e-mail marketing informa sobre um produto ou serviço e direciona para um site ou hotsite. É muito comum na promoção de um grande varejista on-line, você encontrar três ou quatro produtos e suas respectivas páginas. Você agora poderá testar que produtos atraíram mais os consumidores, fazendo, inclusive, com que eles clicassem no produto em busca de maiores informações.

E-mails na base final

Sempre que enviamos e-mails, existe o número de usuários que por um motivo qualquer deseja não receber mais esses e-mails. Nesse momento ele se torna opt-out. O número de e-mails da base final é justamente o número real de e-mails subtraído pelo número de usuários que pediu para não receber mais os e-mails. Imagine os mesmo números citados no exemplo anterior. Você teria um número de opt-out´s de 10%. A pergunta que deve ser feita é: Por que 100 pessoas não quiseram receber mais meus e-mails?

Porcentagem de e-mails abertos

Essa taxa diferencia os e-mails que foram abertos dos que foram realmente enviados, ou seja, (e-mails abertos ” 100) / e-mails válidos. Imagine que você enviou, realmente, 5.000 e-mails e só foram abertos 3.500. (3.500 “100) / 5000 = 70. Ou seja, 70% da sua base abriu a mensagem de e-mail enviada.

Porcentagem de e-mails clicados

Abrir o e-mail, simplesmente, não resolve o problema da grande maioria dos negócios. É necessário fazer com que o usuário também clique no produto ou, simplesmente, no link que vai direcioná-lo para um hotsite ou e-commerce (b2c). Nesse caso também, o usuário deve ter aberto o e-mail e a conta, então, ficaria assim: (e-mails clicados ‘ 100) / e-mails abertos, ou seja, se dos 3.500 usuários que abriram a mensagem, somente 3.000 clicaram, então … (3.000 ‘ 100) / 3.500 = 86%. Repare que temos duas taxas bem altas, tanto com os 70% em e-mails abertos, quanto os 86% em e-mails clicados, mas a pergunta que fica é: Qual era o objetivo dessa campanha, vender um produto? Oferecer uma promoção com cadastro, ou solicitar a indicação para um amigo? Todas essas são taxas que chamamos de conversão.

Conversão

Se o objetivo de nossa campanha acima fosse vender um produto e somente 500 pessoas tivessem finalizado a compra desse produto com sucesso, teríamos então: (500 * 100) / 3.000 = 17%. Repare que o objetivo principal da campanha obteve uma taxa baixa. Isso não significa que a campanha foi um fracasso. Afinal, a média de retorno em campanhas de e-mail marketing gira em torno de 6% em campanhas segmentadas para base de opt-ins da empresa. Podemos chegar a 60% de retorno, dependendo do tratamento da base e do respeito ao cliente. Então segmentação é tudo.

Diante disso, não esqueça de perguntar ao seu cliente sempre:

  • Com quem vamos falar?
  • Qual o investimento?
  • Por quanto tempo?
  • Qual a interação esperada?
  • Onde é o ambiente de chegada?

Você também pode fazer um A/B Testing, onde você cria duas peças de e-mail marketing diferentes (subject, conteúdo e design) e envia para uma pequena parte de sua base de dados. Observando a que obteve melhores taxas de retorno (principalmente para taxa de abertura e click), você aproveita e usa para o restante total de sua base de dados.

Aproveitem as dicas!